Último post falando sobre o Festival de Amsterdam. Foram os últimos dois dias de apresentação. O frio continuou intenso do lado de fora do teatro, mas nós, turistas idiotas, queríamos ver neve e não foi dessa vez. E a previsão em Portugal é que o tempo fique mais quente. Uma pena.
Aliás, isso mostra que o frio já congelou nosso cérebro, pois estamos ficando contentes de que em Portugal estará mais quente. Estamos falando de 10º C. Pega essa europeizada na temperatura corporal.
Enfim, vamos ao festival:
Sexta:
Na primeira parte, eu (Andy) participei junto com outros improvisadores de uma montagem de cenas improvisadas baseadas na vida de um “herói local”. Era Fer, um cervejeiro de Amsterdam que começou a trabalhar com cerveja por acaso e hoje muito de seus empregados são pessoas que possuem algum tipo de doença mental. Um trabalho bonito e praticamente de cunho social. Ele estava lá no palco e era entrevistado. Os improvisadores tinham que pegar depoimentos dele e fazer com isso servisse de inspiração para criar uma cena.
“Tchanam!!!”
Fer sendo entrevistado.
Na segunda parte, mais um Harold com o time de AllStars, formado por improvisadores de diversos países.
Ah! Nada como uma boa e velha arma em uma cena de Impro.
Sábado:
Para muitos, o melhor dia do Festival. Supercena!
Do que se tratava: todos os improvisadores do Festival no palco. Cinco deles faziam os papéis de diretores, que criavam as suas cenas na hora e as pessoas na platéia votavam, através de controles remotos, em qual cena elas gostariam que continuassem. A menos votada caia fora. Mesmo com uma cena saindo, os jogadores poderiam atuar em outras cenas. Uma bagunça, mas bem feita e bem divertida. Infelizmente ainda não tem foto deste dia. (ficamos devendo)
Queremos então agradecer aqui a todas as pessoas envolvidas na organização do Festival. Foi um prazer enorme estar com todos os jogadores Naomi Snieckus, Matt Baram, Tim Stoltenberg, Yuri Kinugawa, Matthieu Loos, Kirsten Sprick, James Mclaughlin, Yann van den Branden, Anja Boorsma, Rod Ben Zeev, Lieselotte Nooyen, Tom Koelman, Jochem Meijer, Karen Lagendijk, Michiel Rampaart e Miriam Brouwer.
Além é claro de Lous, Marjin e todos os nomes das pessoas da organização do Festival que estamos esquecendo de colocar aqui. Na verdade, não estamos esquecendo. Os nomes em holandês que são difíceis de lembrar mesmo.
O Festival acabou, mas vamos dividir os posts porque resumir tudo o que faltou em uma página só vai ser uma bagunça.
Quarta:
Na primeira parte os canadenses do The National Theater of the World fizeram um excelente espetáculo improvisado no estilo Woody Allen – antes de mais nada, não precisamos dizer o quanto a dupla Matt e Naomi são excelentes!. Um long form de improviso com uma precisão de diálogos absurda e ao mesmo tempo que é engraçado, é também bonito. Vale a pena pesquisar sobre eles.
“Talk to the hand…”
Na segunda parte, o All Star Team formado por improvisadores de vários países fizeram um Harold, um formato de long form que nos interessa muito. Demoraria um pouco para a gente explicar, então nada melhor que o Google, não?
EUA, Alemanha, Nova Zelandia, Holanda, França e Japão. E a ONU deixou.
Quinta: Na primeira parte, uma parábola musical. Seis improvisadores tinham os seus personagens definidos através do som de um dos instrumentos de uma orquestra. Não entendeu? Era assim: o músico tocava um pouco e o host perguntava para a platéia “Que personagem este som lembra?”. Então a platéia respondia alguma coisa, um pigmeu, por exemplo. Não entendeu? Ah, não sei como explicar melhor.
Depois eles improvisaram uma história inteira com estes personagens e sempre com os músicos dando características a cada um deles. Um espetáculo muito bom.
Legenda da Folha: Músicos Tocando
Na segunda parte, o Wheel of Improv, uma sátira ao Wheel Of Fortune (mais conhecido da gente como o Roletrando). Quatro duplas, numa espécie de game-show faziam os jogos de improviso que eram sorteados na hora por uma roleta. Daniel e Elidio estavam lá e representaram o Brasil. Não houve realmente um vencedor, era mais uma brincadeira. Talvez eles estivessem com medo de perder. Já estivemos em um país em que não sabiamos a língua e ganhamos, lembra?
Bom, na hora eu (Andy) fiz uma transmissão ao vivo para o pessoal do Twitter. Se você não viu, os links dos vídeos (tosquissimos) estão aqui e aqui
“Ma oeeeee! Quem quer rodar a roda Jequiti da Improvisação?”
No próximo post sobre o festival: intrigas, mortes, explosões. Os dois últimos dias. Aguardem.
Hello people! Is everything all right in here?
Good!
SAP
Olá, pessoal! Tudo certo por aqui?
Ótimo!
Ontem foi a abertura oficial do festival! Antes de mais nada, sabemos que não postamos nada ontem. Estávamos atrás de algumas fotos oficiais do festival, sabe? De melhor qualidade. Mas o pessoal da organização não conseguiu nos passar nada ainda. Então talvez as fotos melhores vão vir depois. Por enquanto só algumas que pegamos emprestadas dos twitters com hashtag #aiif (Amsterdam International Improvisation Festival)
Segunda feira:
Noite de abertura, uma pequena introdução dos grupos, de onde vieram, como está a Improvisação no país de cada um, etc. Muita gente não sabe, mas outros países fazer isso há anos. E quando dizemos anos, são muitos mesmo. Estamos ainda engatinhando e aqui em Amsterdam isso faz os joelhos ficarem gelados.
Hank (o MC) e todos os improvisadores do Festival
Cada grupo também teve de 10 a 15 minutos para mostrar um pouco do que iria apresentar. Foi algo bem interessante, pois algumas cenas contaram com todos e o que poderia virar uma verdadeira bagunça, se tornava uma cena boa.
Nós apresentamos dois jogos. Um jogo foi o “Triângulo” (no Improvável fazemos o “Quadrado”, porque tem quatro pessoas). Nós três – barbixas – tinhamos que criar três cenas diferentes com um tema da platéia. (nunca vou conseguir explicar direito – vá assistir a gente ao vivo para entender). O outro jogo foi o Narradores (que recentemente está no Youtube). Neste, jogamos junto com os Holandeses que no dia seguinte fariam o espetáculo conosco.
Terça-feira:
Ah, sim! Chegou o dia! E o festival deu para este espetáculo o carinhoso título de “Samba Shortforms” (formatos curtos Samba). Se eles soubessem da ginga que nós temos para sambar, eles com certeza mudariam o nome. Nada mais era do que uma noite com diversos jogos de improviso. Claro que fizemos alguns clássicos e os holandeses são muito bons jogadores. Sim, fizemos o Troca. Clica aqui para ver um trecho
Depois, rolou uma Jam de Impro (OpenStage) em que qualquer pessoa da platéia poderia ir ao palco e jogar com quem quisesse.
Daniel, Daniel e Dory fazendo uma cena de um Dangerous Dungeon Dragon (o público pediu uma cena em 3D, sacaram?)
Amanhã só iremos assistir, mas quinta, sexta e sábado iremos participar das apresentações. O pessoal daqui é corajoso em deixar a gente continuar fazendo esse tipo de coisa. Vai entender…
Aliás, se você tem um amigo brasileiro que mora em Amsterdam, fala para ele aparecer. No site do Festival tem todas as informações.
Mais um vídeo com a participação de cinco jogadores. O veterano no Improviso Omar Galván, Marcio Ballas – quase veterano e Marco Gonçalves, que está querendo ser veterano, mas provavelmente vai ter problema com a previdência social.
Queremos deixar claro, antes que o sindicato de mães nos afronte, ou o sindicato dos pinos de boliche. Nenhum pino bebê sofreu nada durante este jogo… quer dizer, nenhuma bebê bola foi pisad…. Bom, você entendeu.
“…tsunamiiiiii”
Vocês vão me bater, mas eu vou repetir: estamos de férias, mas os vídeos continuam online. Toda quinta tem vídeo novo. Isso se o sindicato dos vídeos deixar.
De novo de Amsterdam, na prévia do primeiro dia do festival.
Foi um dia muito interessante e curioso. Nos encontramos com os jogadores da Holanda, Bélgica, Alemanha. Os outros jogadores ainda estão chegando. Isso inclui um dos nossos (o Dani, que só chega amanhã). Por enquanto estamos aproveitando ao máximo para difamar ele e espalhar boatos sobre ele. Será bem interessante ele chegar e as pessoas ficarem chateadas com ele porque ele roubou doces de crianças do Congo.
Vou dizer a vocês: Improvisador é uma raça de doidos. Quem em sã conciência mal conhece outra pessoa e em 10 segundos que passam juntos cria-se uma cena onde um é um macaco e o outro o criador. Tá, você se identificou? Ok, você é estranho.
Podemos dizer que está sendo uma experiência muito interessante não só improvisar em inglês (o que é um desafio a mais para o cérebro), mas também ver o Elidio tentar falar inglês. É com certeza a melhor coisa que vai existir neste festival.
The book was on the table.
Depois disso, continuando com a excelente hospitalidade holandesa (sim, não parece algo normal), eles nos serviram um excelente jantar e nós, como somos brasileiros e queremos economizar, aceitamos.
Nota: dizem que europeu bebe bastante. Não sei no geral, mas o holandês vira uma cerveja com certa facilidade. Ô povinho esponja!
Legenda da Folha: pessoas sentadas comem durante jantar
Amanhã é o primeiro dia do Festival onde vai ter uma suruba mistura de Improvisação, uma grande Jam de Improviso na noite de inauguração. Mais jogadores vão vir, então talvez o Elidio não seja o único com dificuldades de falar inglês.
Aliás, durante o jantar, tivemos que explicar diversas coisas sobre como é o Brasil, onde fica concentrado a maior parte de pessoas, como é o teatro de Impro no Brasil, enfim, demos uma aula de geografia geral para os gringos. Para isso tivemos que improvisar e fazer um mapa na hora.
Não achamos uma caneta a tempo. Pobre guardanapo.
É isso! Lembrando que passaremos por Portugal em fevereiro! Comprem já seus ingressos, o pá! Clique aqui para mais informações
Estamos aqui na Holanda passando um friozinho básico. Amsterdam é um lugar que as pessoas ganham muito dinheiro. Acho que na Europa inteira. Tanto é que todo mundo tá cheio de dinheiro no rabo. Dá uma olhada!
Nenhuma atividade, pelo menos oficial, do Festival. Amanhã nos reuniremos com alguns dos grupos que já chegaram para falarmos como serão as coisas, falar de jogos de improvisação, trocar umas figurinhas. Como nós já chegamos (Andy e Elidio. O Dani chega depois) acabamos nos enfiando hoje em uma disputa de TheatherSports. Fomos o terceiro juiz e demos notas as cenas.
Tiveram duas disputas: em uma o Elidio foi juiz e em outra fui eu (Andy).
Elidio e dois holandeses que não saberíamos pronunciar o nome
2ª disputa: Andy e the dutch judges (fala essa sem cuspir)
Só para lembrar, no Festival todos os espetáculos serão falados em inglês. Mas como o festival não começou, nós demos notas para dois grupos de improviso através de cenas feitas em Holandês. Deixaram a gente fazer isso! Pega essa loucura! Amsterdam realmente só tem louco.
Os dois grupos: fdhnueiogr e fundeiejaofancco (e você vai saber se falei a verdade ou se esbarrei no teclado?)
Ao final do dia, fomos dar uma volta com um dos organizadores do Festival, Marijn (se fala Marréin). Um cara super gente boa, nos mostrou boa parte de Amsterdam. Bom, na verdade apenas a parte que envolvia os pubs e lugares onde vendiam bebidas, mas já é alguma coisa.
Marijn (de chapéu), Andy, Cris, Claudia, Elidio e Tomé
Por hoje é só. Voltaremos com mais posts direto de Amsterdam. Com certeza quando os espetáculos começarem as fotos com cerveja irão diminuir…
Senhoras e senhores, faremos o contrário de Colombo e Cabral e vamos partir para o velho mundo. Mas a Pinta, a Nina e a outra que todo mundo esquece o nome não vão conosco. E nossos primeiros passos no palco em 2011 serão em solo Europeu. Chique, não? Não, é só frio. Em pleno verão brasileiro, de praias, calor e caipirinhas, vamos abandonar e pegar um ventinho gelado. Puta idéia, né?
Aqui vamos começar uma série de posts falando de como está sendo a nossa viagem. Vamos passar pela Holanda para participar de um Festival de Impro e depois, tchanam!
Nossa primeira apresentação do IMPROVÁVEL em terras Portuguesas. Iremos para Lisboa nos apresentar para os irmãos da pátria. E olha como é irônico. Sempre tentamos deixar claro que não nos chamamos “Os Improváveis”, que o nome do nosso espetáculo não é “Os Improváveis”. Nossos convidados em Lisboa, porém, serão do elenco do grupo “Os Improváveis“. Que coisa!
Os ingressos já estão à venda. Se você tem um amigo, um parente por lá, “divulga geral” (como dizemos aqui). Fala que o espetáculo “é de família, o pá” (como dizem lá)
E se você está em Portugal, vá nos assistir! Será um prazer fazer os portugueses darem umas risadas.
Lisboa (Portugal)
Dias: 11 e 12 de fevereiro Horário: sexta e sábado 22h Ingresso*:Plateia e frizas – 21€ | 1ºBalcão – 16€ [Compre On line]** Convidados:Os Improváveis (Portugal) Duração:aproximadamente 70 minutos Classificação: 16 anos Local:Teatro Tivoli Avenida da Liberdade, nº 182 a 188 1250-146 – Lisboa (Portugal) [Como Chegar] Informações/ Reservas: 707 234 234
*Compra até 31/ 01 (+ de 20% de desconto): Plateia e frizas – 16,5€ | 1º Balcão – 12,5€
**Ingressos à venda:
Bilheteria do Teatro Tivoli
FNAC, Worten, C.C. Dolce Vida, El Corte Inglês, Lojas Viagem Abreu Lojas Mega Rede
Nosso novo vídeo vem com os jogo dos Estilos, que já é bagunçado. Imagina então com a cabeça de Fábio Porchat que, não sei se vocês sabem, a ciência moderna desistiu de entender. Nossa tentativa de salvação era Claudio Torres, companheiro de Porchat no Comédia Em Pé. Não sei se obtivemos sucesso.
Mas algo chamou nossa atenção. Você tem a sua mãe, eu tenho a minha, cada um trata ela do jeito que quiser. Mas acho que presenciamos um ato extremamente carinhoso nesta cena de mãe, filha e focas (???).
Nunca toque nas bananas
E feliz ano novo cambada! Estamos em 2011 e espero que vocês sejam pacientes. Voltaremos de férias em breve. Mas os vídeos continuam.
Olha, eu não quero dizer nada, mas sempre achei que o Fábio Porchat era uma figura que curtia uma “curiosidade”. Mais um vídeo com Claudio Torres (@clatogon) e Fabio Porchat (@fabioporchat). Dessa vez com o clássico jogo do Transforma.
“…você pegou o cavalo!”
Eu não sei você, mas eu vou ficar vendo e revendo no Youtube. É quase um pornô!